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Nº118

Navio da Viking e os combustíveis alternativos segundo a DNV

Publicação comentadaPost de Klaus Steven: “Viking floats out second hydrogen-powered cruise ship” Ver o post completo na publicação da Linus ↗

O cruzeiro a hidrogênio deixou de ser projeto único e virou série. A Viking lançou ao mar o segundo navio do tipo, com propulsão híbrida baseada parcialmente em hidrogênio liquefeito e células a combustível capazes de gerar até seis megawatts, fornecidas pela Isotta Fraschini Motori, subsidiária da Fincantieri.

A questão é quantos fornecedores existem para esse conjunto. Os dados da plataforma Alternative Fuels Insight da DNV, divulgados em 4 de setembro de 2026, mostram que dos 52 navios a combustível alternativo encomendados em agosto, 46 foram a GNL e apenas 2 a hidrogênio. Nos oito primeiros meses de 2026 foram 242 encomendas, com o GNL em 63% do total.

Ter sistema entregue e navio na água é vantagem técnica difícil de copiar e coloca o armador anos à frente de quem ainda discute viabilidade. A contrapartida está no contrato de manutenção: com cadeia tão estreita, preço de peça, prazo de reposição e assistência ficam com um fornecedor praticamente único, por décadas.

Pioneirismo em mar se sustenta quando o armador trava, já na encomenda, preço e prazo de reposição para toda a vida do ativo.

English version

Hydrogen cruise ships have moved from one-off project to series. Viking floated out its second such vessel, with hybrid propulsion based partly on liquefied hydrogen and fuel cells capable of producing up to six megawatts, supplied by Isotta Fraschini Motori, a Fincantieri subsidiary.

The question is how many suppliers exist for that package. Figures from DNV's Alternative Fuels Insight platform, released on September 4, 2026, show that of the 52 alternative-fuelled vessels ordered in August, 46 were LNG and only 2 hydrogen. Across the first eight months of 2026 there were 242 orders, with LNG accounting for 63% of the total.

A delivered system and a ship in the water is a technical lead that is hard to copy, and it puts the operator years ahead of anyone still debating feasibility. The trade-off is in the maintenance contract: with a chain this thin, part pricing, lead times and service sit with a single supplier, for decades.

Being first at sea holds up when the operator locks part pricing and replacement lead times into the original order.

FontesDNV, plataforma Alternative Fuels Insight, dados de agosto de 2026 divulgados em 4 de setembro de 2026, https://lnkd.in/d7C_CGbA

Publicação original. Esta análise foi publicada na página da Linus Green Energy no LinkedIn. Abrir a publicação no LinkedIn ↗