Mercado & regulação

Nº197

ONS e ABRATE: eventos climáticos extremos na transmissão

Publicação comentadaPost de ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico: “O ONS recebeu, na quinta-feira (1º), em sua sede no Rio de Janeiro, representantes da…” Ver o post completo na publicação da Linus ↗

O ONS informou que recebeu em 1º de outubro, na sede no Rio de Janeiro, representantes da ABRATE para tratar dos impactos de eventos climáticos extremos nas instalações de transmissão do Sistema Interligado Nacional. Estiveram na reunião o diretor-geral do ONS, Marcio Rea, e a presidente executiva da ABRATE, Talita Porto.

Do outro lado da cadeia o incentivo já existe. Segundo reportagem da Eixos de 24 de outubro de 2025, a diretoria da ANEEL aprovou em 21 de outubro de 2025 uma regra de resiliência voltada às distribuidoras, com compensação ao consumidor em interrupções acima de 24 horas em área urbana e 48 horas em área rural.

A diferença de regime importa. A transmissora opera com receita definida em concessão de longo prazo e remunerada por disponibilidade da instalação, não por energia transportada. Vendaval que derruba estrutura atinge disponibilidade e, por consequência, receita, dentro de um contrato que já está assinado.

Por isso a reunião vale pelo que pode virar norma. Mapear o impacto de evento extremo em instalação de transmissão antecede a decisão de tratar reforço de resiliência como obrigação, como investimento remunerado ou como risco da concessionária. Definido o enquadramento, o gasto preventivo deixa de ser aposta isolada de cada empresa.

FontesEixos, Nova regulação incentiva distribuidoras a se prepararem para eventos climáticos extremos, diz Aneel, 24/10/2025, https://lnkd.in/ddtvH_HK

Publicação original. Esta análise foi publicada na página da Linus Green Energy no LinkedIn. Abrir a publicação no LinkedIn ↗