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Armazenamento

Nº282

Imersão Greener e o armazenamento comercial e industrial

Publicação comentadaPost de Marcio Takata: “O mercado de BESS C&I não abre oportunidades apenas para quem vende baterias.” Ver o post completo na publicação da Linus ↗

A Greener, pelo CEO Marcio Takata, anuncia a Imersão Greener BESS C&I, em 19 e 20 de outubro, em São Paulo. A tese é que o armazenamento comercial e industrial abre espaço para comercializadoras, integradores, engenharias e investidores, desde que haja solução viável e modelo de remuneração sustentável.

O quadro mudou neste ano. As Resoluções Normativas ANEEL nº 1.161 e 1.162, publicadas no DOU em 24 de junho, tornaram o armazenamento ativo regulado, com regras de conexão, medição, faturamento e penalidade. Segundo análise técnica do Canal Solar, a bateria em unidade consumidora sem micro ou minigeração não pode injetar na rede.

Isso define o perímetro de quem vende o serviço. A remuneração no C&I precisa caber atrás do medidor, em gestão de demanda e deslocamento de consumo, e o contrato precisa dizer quem responde por conexão e medição.

A oportunidade tem contorno definido. O modelo que fecha a conta parte da fatura do cliente e das regras de 2026. A bateria entra depois.

FontesCanal Solar, Armazenamento de energia como ativo regulado, análise técnica, 26/06/2026, https://lnkd.in/e7WFnsUA; FIERGS, Comunicado Técnico nº 56, 25/06/2026, https://lnkd.in/dj7m-cTa

Publicação original. Esta análise foi publicada na página da Linus Green Energy no LinkedIn. Abrir a publicação no LinkedIn ↗