Mobilidade & indústria

Nº294

Proxima Fusion e o capital de risco na fusão nuclear

Publicação comentadaPost de Tocha 🔷: “A Alemanha quer ligar uma “estrela” à rede elétrica.” Ver o post completo na publicação da Linus ↗

A fusão nuclear, antes quase só de laboratório público, passou a atrair capital de risco. Em post repostado de Tocha, a alemã Proxima Fusion, nascida no Instituto Max Planck de Física do Plasma, desenvolve stellarators, com o Alpha no início da década de 2030 e o Stellaris como usina comercial.

Em 11/6/2025, a Proxima anunciou Série A de 130 milhões de euros e previu o Alpha operando em 2031 para demonstrar ganho líquido de energia. Em 2/10/2025, segundo a World Nuclear News, a Alemanha aprovou mais de 2 bilhões de euros para fusão até 2029, sob a lei de proteção radiológica.

Entre o aporte e a primeira venda de eletricidade há uma etapa inteira: o Alpha demonstra a física, e o Stellaris, sem ano divulgado, levaria energia à rede. Esse intervalo sem receita depende de capital paciente e dinheiro público.

Para o setor elétrico, a fusão é tema de horizonte longo. O marco a acompanhar é 2031, quando o Alpha dirá se o cronograma comercial se sustenta.

FontesProxima Fusion, Proxima Fusion raises €130M Series A, 11/6/2025, https://lnkd.in/dupHirX5; World Nuclear News, Germany boosts funding for fusion research, 2/10/2025, https://lnkd.in/gFcjP7YZ

Publicação original. Esta análise foi publicada na página da Linus Green Energy no LinkedIn. Abrir a publicação no LinkedIn ↗