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Solar & geraçãoPT · EN

Nº373

Célula HJT sem índio chega a 24,92% em laboratório

Publicação comentadaPost de pv magazine Global: “Can high-efficiency solar cells become less dependent on indium?” Ver o post completo na publicação da Linus ↗

Até aqui, a célula solar de heterojunção (HJT) dependia de eletrodos transparentes à base de índio. Segundo a pv magazine de 29/10/2026, pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências, com a Dinto Solar e a Anhui Huasun, chegaram a 24,92% de eficiência trocando esse eletrodo por óxido de zinco dopado com gálio, com contatos de cobre recobertos de prata.

O resultado ficou 0,68% abaixo da célula de referência com índio nas duas faces, nos termos dos autores, em wafer de 210 por 105 mm. A razão está no Mineral Commodity Summaries 2026 do USGS: a China responde por 70% do refino mundial de índio, pôs o metal sob restrição de exportação em fevereiro de 2025, e o preço estimado nos Estados Unidos subiu 11% no ano.

Para fabricantes de HJT, eletrodo sem índio reduz a exposição a um insumo caro e concentrado. O dado, porém, é de célula em laboratório. Entre ele e a receita de uma linha ainda estão módulo, testes de confiabilidade e processo em escala.

Ter uma fabricante de HJT entre os autores aproxima o estudo da produção. O próximo marco verificável é o eletrodo sem índio aparecer em módulo certificado.

English version

Until now, heterojunction (HJT) solar cells have relied on indium-based transparent electrodes. According to pv magazine on 29/10/2026, researchers from the Chinese Academy of Sciences, with Dinto Solar and Anhui Huasun, reached 24.92% efficiency by replacing that electrode with gallium-doped zinc oxide, with silver-coated copper contacts.

The result was 0.68% below the reference cell with indium on both sides, in the authors' terms, on a 210 by 105 mm wafer. The reason is in the USGS Mineral Commodity Summaries 2026: China accounts for 70% of world indium refining, placed the metal under export restrictions in February 2025, and the estimated US price rose 11% in the year.

For HJT makers, an indium-free electrode reduces exposure to a costly, concentrated input. The data, however, comes from a lab cell. Between it and line revenue still lie modules, reliability testing and process scale-up.

Having an HJT manufacturer among the authors brings the study closer to production. The next verifiable milestone is the indium-free electrode appearing in a certified module.

FontesUSGS, Mineral Commodity Summaries 2026, Indium, fevereiro de 2026, https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2026/mcs2026-indium.pdf

Publicação original. Esta análise foi publicada na página da Linus Green Energy no LinkedIn. Abrir a publicação no LinkedIn ↗