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Nº286

Firm solar: Brazil with the second lowest cost in 2035 according to IRENA

English version in preparation. The original analysis, in Portuguese, follows below.

Solar com bateria passou a ser medida pelo custo de entregar energia também fora do horário de sol. Segundo números da IRENA divulgados pela ABSOLAR em 16 de outubro, o Brasil teria em 2035 o segundo menor custo de solar firme entre os mercados avaliados, US$ 41 por MWh, atrás da China, com US$ 33, a 95% de confiabilidade.

O relatório 24/7 Renewables: The Economics of Firm Solar and Wind, publicado pela IRENA em 2026, situa Brasil e África do Sul entre US$ 65 e US$ 80 por MWh em 2025, com trajetória para US$ 38 a US$ 44 por MWh em 2035.

A queda de custo desloca a atenção para depois da obra. Bateria perde capacidade com o uso, e sustentar a confiabilidade ao longo do contrato exige reposição planejada, o augmentation. Para o leilão de capacidade de 2026, o BNDES informa que o augmentation previsto no projeto original não precisará observar conteúdo local e que as regras ainda devem ser definidas antes do certame.

O número de 2035 serve a quem já orça a reposição das baterias como custo de operação. Instalação barata abre a porta. O plano de manutenção mantém a energia firme.

SourcesIRENA, 24/7 Renewables: The Economics of Firm Solar and Wind, 2026, https://lnkd.in/dVrZ2n84; BNDES, Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência LRCAP 2026, consultado em 18/10/2026, https://lnkd.in/dFedZ69M

Original post. This analysis was published on the Linus Green Energy page on LinkedIn. Open on LinkedIn ↗