HydrogenPT

Nº364

Membraneless electrolysers return to the debate

English version in preparation. The original analysis, in Portuguese, follows below.

Eletrolisadores sem membrana voltam ao debate na engenharia brasileira de hidrogênio. Em publicação de Marcelo Bezerra, Evo Hydrogen e Hidrox apresentam eletrólise ressonante em estrutura tubular, com separação dos gases pela configuração física e controle eletrônico por módulo. É a descrição da empresa, não resultado de ensaio.

A régua de longo prazo já existe. O Departamento de Energia dos Estados Unidos registra, para eletrólise alcalina, vida útil de pilha de 60 mil horas em 2022 e meta de 80 mil para 2026, com degradação caindo de 0,17% para 0,13% a cada mil horas.

Sem membrana, a manutenção deixa de depender desse componente. A atenção passa à separação dos gases: resumo do encontro anual do AIChE de 2019 aponta o cruzamento de hidrogênio e oxigênio entre eletrodos como o desafio de pureza dessa arquitetura.

Para frotas e operadores, o passo útil é medir horas, queda de tensão e pureza em ensaio independente. Tecnologia nova ganha espaço na mesma régua das conhecidas. E pode mostrar vantagem justamente nela.

SourcesU.S. Department of Energy, Technical Targets for Liquid Alkaline Electrolysis, atualizada em 29/05/2026, https://lnkd.in/d9bF5Gqk; AIChE, Water Electrolysis without Membranes: Opportunities and Limitations, 13/11/2019, https://lnkd.in/dhbDFKd4

Original post. This analysis was published on the Linus Green Energy page on LinkedIn. Open on LinkedIn ↗