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Nº39

Hidrogênio cinza e o mecanismo de ajuste de carbono europeu

Publicação comentadaPost de Ting Zhao: “⚡𝗚𝗿𝗲𝘆 𝗛𝘆𝗱𝗿𝗼𝗴𝗲𝗻 𝗠𝗮𝗿𝗸𝗲𝘁, 𝗣𝗼𝘄𝗲𝗿𝗶𝗻𝗴 𝗜𝗻𝗱𝘂𝘀𝘁𝗿𝗶𝗮𝗹 𝗗𝗲𝗺𝗮𝗻𝗱 𝘄𝗶𝘁𝗵 𝗘𝘀𝘁𝗮𝗯𝗹𝗶𝘀𝗵𝗲𝗱 𝗛𝘆𝗱𝗿𝗼𝗴𝗲𝗻 𝗣𝗿𝗼𝗱𝘂𝗰𝘁𝗶𝗼𝗻 𝗧𝗲𝗰𝗵𝗻𝗼𝗹𝗼𝗴𝗶𝗲𝘀 (𝟮𝟬𝟮𝟰, 𝟮𝟬𝟯𝟰)” Ver o post completo na publicação da Linus ↗

Ting Zhao divulgou um relatório de mercado sobre hidrogênio cinza que projeta expansão de US$ 232,8 bilhões em 2024 para US$ 416,5 bilhões em 2034, cerca de 6% ao ano, a partir de gás natural por reforma a vapor sem captura de carbono, em refino, amônia, metanol e química.

Uma variável de custo já está em vigor do lado europeu. A Comissão Europeia informa que o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira entrou em regime definitivo em 1º de janeiro de 2026, após a fase de transição de 2023 a 2025, e que o hidrogênio está entre os bens cobertos, ao lado de cimento, ferro e aço, alumínio, fertilizantes e eletricidade.

Projeção de dez anos costuma extrapolar o preço atual do insumo. Com o hidrogênio dentro do CBAM, parte do custo de carbono do produto importado passa a ser cobrada na fronteira, e quem absorve isso é o comprador industrial, o produtor ou o contrato, conforme a cláusula de repasse.

Para quem exporta amônia, fertilizante ou aço para a Europa, a conta de carbono do hidrogênio usado saiu da hipótese e virou item de contrato. O dado a levantar é a intensidade de emissão declarada por fornecedor, porque é ela que define o valor devido.

English version

Ting Zhao circulated a market report on grey hydrogen projecting growth from USD 232.8 billion in 2024 to USD 416.5 billion by 2034, around 6% a year, produced from natural gas by steam methane reforming without carbon capture, for refining, ammonia, methanol and chemicals.

One cost variable is already in force on the European side. The European Commission states that the Carbon Border Adjustment Mechanism entered its definitive regime on 1 January 2026, after the transitional phase from 2023 to 2025, and that hydrogen is among the covered goods, alongside cement, iron and steel, aluminium, fertilisers and electricity.

A ten-year projection tends to extrapolate the current input price. With hydrogen inside CBAM, part of the carbon cost of the imported product is charged at the border, and who absorbs it is the industrial buyer, the producer or the contract, depending on the pass-through clause.

For anyone exporting ammonia, fertiliser or steel to Europe, the carbon bill on the hydrogen used has moved from hypothesis to a contract item. The figure to establish is the emissions intensity declared per supplier, because that is what sets the amount due.

FontesComissão Europeia, página oficial do Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira, consultada em 28/09/2026, https://lnkd.in/esp5UM2b

Publicação original. Esta análise foi publicada na página da Linus Green Energy no LinkedIn. Abrir a publicação no LinkedIn ↗