Nº399
Liebherr testa carregadeira a hidrogênio em Bremerhaven, e a UE põe 8,99 milhões de 70 milhões
A Liebherr pôs o protótipo da carregadeira L 566 H, com motor de combustão a hidrogênio, em teste de longo prazo no porto pesqueiro de Bremerhaven, na Alemanha. Segundo o The Construction Index de 06/11/2026, a máquina trabalha para a Georg Grube GmbH, movendo areia, brita e pedra, e abastece numa estação móvel do Fraunhofer IWES com hidrogênio de eletrólise eólica regional.
O teste faz parte do H2B-IMPACT, vale do hidrogênio de Bremen. Pela ficha do projeto no CORDIS, da Comissão Europeia, a contribuição da UE é de 8,99 milhões de euros, de 01/02/2026 a 31/01/2031, coordenada pelo estado de Bremen, com 25,1 MW de eletrólise e meta de mobilizar 70 milhões de euros em investimento.
A verba europeia cobre uma fração do que o projeto pretende atrair. O restante depende de operadores e fornecedores dispostos a pôr capital em eletrolisador, armazenamento e máquinas.
O cliente quer confirmar produtividade, ciclos e disponibilidade iguais às do diesel. Se isso se confirmar, o argumento sai do fabricante e chega ao pátio. A decisão de frota vem junto com quem financia o abastecimento no local.
English version
Liebherr has put its L 566 H loader prototype, with a hydrogen combustion engine, into long-term trials at the fishing port of Bremerhaven, Germany. According to The Construction Index on 06/11/2026, the machine works for Georg Grube GmbH, moving sand, gravel and rock, and refuels at a Fraunhofer IWES mobile station with hydrogen from regional wind-powered electrolysis.
The trial is part of H2B-IMPACT, the Bremen hydrogen valley. According to the project record on the European Commission's CORDIS, the EU contribution is EUR 8.99 million, from 01/02/2026 to 31/01/2031, coordinated by the State of Bremen, with 25.1 MW of electrolysis and a goal of mobilising EUR 70 million in investment.
EU money covers a fraction of what the project aims to attract. The rest depends on operators and suppliers willing to commit capital to electrolysers, storage and machines.
The customer wants to confirm productivity, cycle times and availability on par with diesel. If that holds, the case moves from the manufacturer to the yard. The fleet decision comes with whoever finances refuelling on site.
FontesComissão Europeia, CORDIS, H2B-IMPACT, acordo de subvenção 101251573, 2026, https://cordis.europa.eu/project/id/101251573
