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Nº384

China produz 39 Mt de hidrogênio, e 85% viram insumo industrial

Publicação comentadaPost de Dr. Wang Zhiqiang: “Why Shouldn’t Hydrogen Be Called the “Ultimate Energy Source”? China produced over 39 million metric tons…” Ver o post completo na publicação da Linus ↗

A China produziu mais de 39 milhões de toneladas de hidrogênio em 2025, e cerca de 85% foram para metanol, amônia, refino e química do carvão, segundo artigo de Dr. Wang Zhiqiang. Pelos dados dele, 59% vieram do carvão, e a capacidade renovável em operação mal passava de 250 mil t/ano.

Para o autor, o hidrogênio já se provou como insumo industrial, e ainda não como fonte universal de energia. O Global Hydrogen Review 2026 da AIE mostra o lado do investimento: as novas decisões finais de investimento em hidrogênio de baixa emissão caíram para menos de 0,8 Mt/ano em 2025, depois de dois anos em torno de 1 Mt/ano cada.

Os projetos já comprometidos somam cerca de 4,3 Mt de produção em 2030, e podem passar de 6 Mt com novas decisões em 2026 ou 2027, segundo a AIE. Substituir hidrogênio fóssil em amônia, metanol e refino tem comprador conhecido. Abrir uso energético novo exige provar a conta das etapas extras de conversão.

O capital inicial segue a demanda que já existe. O hidrogênio de baixa emissão cresce primeiro onde troca um insumo, e depois onde disputa espaço com a eletrificação direta.

English version

China produced more than 39 million tonnes of hydrogen in 2025, and about 85% went to methanol, ammonia, refining and coal chemicals, according to an article by Dr. Wang Zhiqiang. By his figures, 59% came from coal, and operating renewable capacity was barely above 250,000 t a year.

For the author, hydrogen has proven itself as an industrial input, not yet as a universal energy source. The IEA Global Hydrogen Review 2026 shows the investment side: new final investment decisions in low-emissions hydrogen fell below 0.8 Mt a year in 2025, after two years of about 1 Mt a year each.

Committed projects add up to about 4.3 Mt of production in 2030, and could exceed 6 Mt with new decisions in 2026 or 2027, according to the IEA. Replacing fossil hydrogen in ammonia, methanol and refining has a known buyer. Opening new energy uses requires proving the economics of the extra conversion steps.

Early capital follows demand that already exists. Low-emissions hydrogen grows first where it replaces an input, and later where it competes with direct electrification.

FontesAgência Internacional de Energia, Global Hydrogen Review 2026, capítulo Production, 2026, https://www.iea.org/reports/global-hydrogen-review-2026/production

Publicação original. Esta análise foi publicada na página da Linus Green Energy no LinkedIn. Abrir a publicação no LinkedIn ↗